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Mostrando postagens de outubro, 2026

Representatividade do axé no Poder Público

 Salve, salve, Galerinha do bem!!! Falar sobre a presença de praticantes e lideranças de religiões de matriz africana — como o Candomblé e a Umbanda — nos espaços de poder do Brasil não é apenas uma discussão sobre política, mas sobre a própria saúde da nossa democracia. Quando olhamos para o Congresso Nacional, para as Assembleias e para as Câmaras Municipais, o que vemos nem sempre reflete a cara do país. Trazer essas vozes para o centro das decisões é uma questão de justiça histórica, de respeito à liberdade religiosa e de combate direto ao racismo que ainda estrutura a nossa sociedade. A Constituição garante que o Brasil é um Estado laico, mas, na prática diária da política, a realidade costuma ser bem diferente. O Legislativo é dominado por visões religiosas hegemônicas, o que acaba direcionando leis, recursos e debates públicos para um único lado. Ter parlamentares comprometidos com as tradições de matriz africana ajuda a quebrar essa hegemonia. Não se trata de impor uma ...